Curtas da Construção

CVM nega pedido da Brookfield para sair da Bolsa de Valores - A Brookfield Incorporações informou nesta quarta-feira (6) que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) negou o pedido de cancelamento do registro de companhia aberta na categoria "B" da empresa. A companhia não informou os motivos da negativa. Em 2014, a controladora da Brookfield anunciou uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) para tirar a incorporadora imobiliária da Bolsa de Valores. (UOL, 07/07/16)

De olho no 'Minha Casa' - Com o foco da Caixa Econômica Federal sobre os imóveis de até R$ 225 mil, o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, tem atraído mais construtoras interessadas em projetos com este perfil. Além disso, há uma demanda expressiva para este tipo de empreendimento. São famílias com renda de até R$ 6.500 por mês, que planejam trocar o aluguel pela casa própria. Algumas empresas atuam fortemente no segmento, registrando sucesso de vendas, mesmo com o cenário atual da economia. Nos imóveis do Minha Casa, Minha Vida nas faixas 2 (R$1.800 até R$ 3.600) e 3 (R$ 3.600 a R$ 6.500), o interessado deve procurar direto o estande de vendas do empreendimento que se encaixa ao seu perfil. Já o subsídio é maior para quem recebe menos, limitado a R$ 26 mil. Para participar do programa habitacional, é preciso não ter imóvel próprio. Também será permitida a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no processo. (Meia Hora, 06/07/16)

Quatro dias de feirão - De 07 a 10/07, Nova Iguaçu receberá a segunda edição do Festival de Imóveis Baixada. O evento reunirá vários empreendimentos em um só lugar, numa oportunidade para quem deseja realizar o sonho da casa própria. Serão ofertadas mais de duas mil unidades, entre apartamentos, casas e terrenos residenciais, com condições especiais de pagamento e entrada facilitada. Além de descontos, será possível ainda obter subsídios de até R$ 27 mil do Governo Federal. Quem estiver interessado em aproveitar essas ofertas deve levar a seguinte documentação: carteira de identidade, CPF, comprovantes de residência e estado civil, além de contracheques dos últimos três meses. Os imóveis poderão também ser financiados pela Caixa Econômica Federal. O evento reunirá desde imóveis populares até unidades de alto padrão, com até quatro suítes. De acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2009, Nova Iguaçu recebeu 310 novas unidades residenciais. Em 2010, esse número cresceu para 1.482 e, em 2014, foram 1.730 lançamentos. O Feirão de Imóveis Baixada será realizado no Shopping Nova Iguaçu. (Meia Hora, 07/07/16)

Novo legado olímpico - A região do Porto Maravilha, na Praça Mauá, agora tem sinal de wifi liberado. Essa é uma das muitas novidades que chegaram ontem na área. Quatro quiosques interativos espalhados pela região permitem que turistas e cariocas tenham acesso à programação da cidade, se informem sobre os serviços públicos e ainda tirem uma selfie. O Porto também passou a contar com 28 bueiros equipados com sensores volumétricos que vão diminuir as chances de enchentes. Eles vão avisar ao centro de controle quando as bocas de lobo precisarem de limpeza por lixo acumulado. Todo o projeto era um compromisso da Cisco com a cidade. A empresa norte-americana, patrocinadora da Olimpíada, deixará essa estrutura como legado para o Rio. (O Dia, 07/07/16)

Experiência em primeiro lugar - Ao andar em vias menos turísticas do centro histórico de Salvador, não é difícil se deparar com prédios degradados. O mesmo fenômeno ocorre em diversas regiões de grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro. Essa é uma realidade que o empresário mineiro Antonio Mazzafera, 42 anos, quer mudar com o seu fundo Fera Investimentos. Não só alterar, como transformar essas áreas em redutos de luxo. "Temos uma riqueza histórica gigantesca nesses lugares e um grande potencial", diz. Mazzafera, então, decidiu apostar. Apenas na capital baiana, ao custo de R$ 150 milhões, ele e um grupo de investidores compraram e vêm revitalizando mais de 15 imóveis, sendo o principal deles o histórico Palace Hotel, imortalizado na obra "Dona Flor e Seus Dois Maridos", do escritor Jorge Amado. O empresário não é um nome desconhecido na hotelaria. Após passar dez anos no exterior, atuando como um dos principais executivos da Visa e, depois, do grupo Savoy, dono de diversos hotéis de luxo pela Europa, Mazzafera decidiu voltar para o Brasil. Acostumado com o tratamento de renomados espaços que administrava, como o Claridges e The Berkeley, em Londres, percebeu no serviço brasileiro uma oportunidade. Em suas andanças à procura de imóveis, se deparou com o Palace Hotel. O prédio histórico havia sido comprado por um grupo de portugueses, que desistiu da revitalização. Ao acompanhar a degradação da região, se lembrou do Meatpacking District, ao sul de Manhattan, em Nova York. A região, conhecida por seus frigoríficos, se tornou um dos principais pontos turísticos da cidade com atrações como o High Line Park, uma linha ferroviária desativada e transformada em parque. O próximo alvo de Mazzafera é a capital paulista. O empresário adquiriu um hotel de 18 andares na área do Baixo Augusta, que é degradada e tem muitas boates frequentada por jovens. O prédio terá padrão cinco estrelas e será inteiro grafitado por dentro. (IstoÉ Dinheiro, 06/07/16)

Espanhola tem interesse em quatro aeroportos brasileiros - A Ferrovial acompanha e tem interesse nos quatro aeroportos brasileiros que devem ser licitados em breve, segundo Alejandro de la Joya, presidente da Ferrovial Agroman, subsidiária na área de construção civil da companhia espanhola. A empresa ainda não decidiu, no entanto, em qual projeto deve concorrer. A Ferrovial detém participação em quatro aeroportos europeus, nos ingleses Heathrow e Southampton e nos escoceses Aberdeen e Glasgow, afirmou que a companhia tem sempre a intenção de participar ativamente dos projetos mas, para isso, não é necessário deter 51% do empreendimento. Segundo a Ferrovial, a difícil situação das concessionárias brasileiras abriria espaço para estrangeiras. (Valor, 07/07/16). Leia mais no Valor Econômico

Poupança perde R$ 42,606 bi no ano e tem o pior 1º semestre desde 1995 - Mais dinheiro foi sacado do que depositado na poupança em junho, informou o Banco Central nesta quarta-feira (6). A diferença foi de R$ 3,7 bilhões no mês passado. Considerando todo o primeiro semestre, a poupança perdeu R$ 42,6 bilhões em recursos, no pior resultado desde o início da pesquisa, em 1995. Desde o começo de 2015, os brasileiros têm tirado dinheiro da caderneta. Um dos motivos é que os juros altos tornam outras aplicações mais atraentes. Além disso, a rentabilidade da poupança tem ficado abaixo da inflação. Outro fator é a crise econômica e o desemprego: sobra menos dinheiro para o brasileiro investir na poupança, e muita gente precisa resgatar o que estava guardado para pagar as contas. (UOL, 06/07/16)

Produção industrial cai em 8 dos 14 locais pesquisados em maio, diz IBGE - A produção industrial registrou queda em oito dos 14 Estados pesquisados pelo IBGE em maio na comparação com abril, divulgou o instituto nesta quinta-feira (7). No país, a produção industrial ficou estável na passagem de abril para maio, após ter registrado aumento de produção em março (1,4%) e abril (0,2%). A maior queda mensal foi registrada pelo Paraná (-3,5%), seguido por Goiás (-2,3%), Pará (-1,9%) e São Paulo (-1,6%). Cinco Estados tiveram crescimento na produção industrial em maio na comparação com abril. O maior avanço foi do Amazonas (16,2%), que recuperou parte da queda de 12,5% de abril. Mato Grosso teve estagnação em maio. Em relação a maio de 2015, o Espírito Santo lidera a queda na produção industrial, ao recuar 18,9%, pressionado pela queda na produção dos setores de indústrias extrativas. O Estado é seguido por Paraná (-11%) e Goiás (-8,5%), que ficaram acima da média nacional (-7,8%). São Paulo teve queda de 5,8% na base de comparação, enquanto no Rio de Janeiro o recuo foi de 7,6% e em Minas Gerais, de 7,2%. Apenas Mato Grosso (14,6%) e Pará (7,8%) tiveram crescimento na comparação com maio do ano passado, impulsionados pelo avanço da indústria de produtos alimentícios e de indústrias extrativas, respectivamente. No acumulado do ano, a maior retração é registrada pelo Espírito Santo (-21,6%), seguido pelo Amazonas (-18,8%) e por Pernambuco (-18,7%). Pará (9,6%), Mato Grosso (7,4%) e Bahia (1,2%) são os únicos Estados a registrar crescimento. No ano, a produção industrial acumula queda média de 9,8% no país. (UOL, 07/07/16)

Fundos imobiliários britânicos viram termômetro da crise - Quando o dinheiro especulativo encontra ativos sem liquidez, acidentes acontecem. Depois de uma corrida de saques, seis fundos imobiliários britânicos impediram os clientes de retirar o dinheiro investido neste momento, provocando comparações com 2007. O primeiro sinal de crise financeira global foi o fechamento para saques de dois fundos de hedge do banco americano Bear Stearns, no primeiro semestre de 2007. A crise explodiu em meados daquele ano, quando o francês BNP Paribas também proibiu retiradas em um de seus fundos de mercado monetário, sendo imitado por vários outros bancos mais tarde. (Valor, 07/07/16). Leia mais no Valor Econômico

Seis fundos imobiliários suspendem negociações no Reino Unido - O Canada Life se tornou nesta quarta-feira (6) a sexta empresa financeira a suspender as operações de seu fundo de investimento imobiliário para conter os resgates de cotas que têm ocorrido após a saída britânica da União Europeia, o chamado Brexit. Antes do Canada Life, outras cinco empresas tomaram a mesma decisão: Columbia Threadneed, Henderson Global Investors, M&G, Aviva Investors e Standard Life. Elas decidiram congelar os resgates em um contexto de queda das ações das empresas imobiliários na Bolsa de Londres. (UOL, 06/07/16)

Dólar forte reduz interesse de estrangeiros por imóveis nos EUA - Construtoras de condomínios de Miami, corretores da Califórnia e outros no setor imobiliário dos Estados Unidos esperavam que as turbulências recentes na economia global dariam estímulo aos estrangeiros para comprar imóveis no país. Novos dados indicam que isso não está acontecendo. (Valor, 07/07/16). Leia mais no Valor Econômico