Curtas da Construção

Cimenteiras ainda veem meses difíceis pela frente - Após três anos de elevada retração, o mercado brasileiro de cimento - insumo vinculado às atividades de construção imobiliária e infraestrutura - ainda deve amargar alguns meses de declínio no consumo, antes de sentir, de fato, a reversão da crise. "Uma efetiva recuperação da demanda somente virá no segundo semestre", disse Paulo Camillo Penna, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC), ao Valor. A entidade que reúne as fabricantes de cimento instaladas no Brasil estima para este ano aumento de 1% a 2% nas vendas, ainda muito pouco para compensar o longo período de encolhimento do consumo. No ano passado, o volume vendido recuou 6,4%, para 53,8 milhões de toneladas, em linha com a expectativa traçada pelo SNIC, de queda de 6%. Desde o auge de consumo de 71 milhões em 2014, após quase uma década de exuberância para o setor cimenteiro do país, a venda do insumo encolheu 24,2%. (Valor, 11/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Vendas de materiais crescerão até 2% em 2018 - A expectativa de alta de 3% a 4% das vendas da indústria de materiais de construção para o varejo e de estabilidade da comercialização para as incorporadoras farão com que o faturamento do setor tenha crescimento real de 1% a 2% neste ano, conforme a primeira projeção oficial feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). A estimativa foi informada ao Valor pelo presidente da Abramat, Walter Cover. No ano passado, o faturamento do setor caiu 4%, para R$ 162 bilhões, nível próximo ao de 2007, se descontada a inflação. A Abramat trabalhava com a estimativa de 5% de retração em 2017, mas alterou seus números após revisão de dados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo Cover. (Valor, 11/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Fundador da MRV defende pacto de união pelo Brasil - O empresário Rubens Menin, fundador da incorporadora de imóveis mineira MRV Engenharia e presidente do conselho de administração da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), mostra otimismo em relação ao país neste ano, mesmo diante de um cenário de incertezas no campo político. (Valor, 10/01/18). Leia mais no Valor Econômico

CCR deslancha neste ano plano de reposição do portfólio de ativos - A CCR, maior companhia de infraestrutura do país, vai acelerar neste ano a estratégia de reposição de portfólio, desafio considerado imprescindível para o futuro da empresa. Três concessões - das 15 em que é controladora - respondem por 43% dos dividendos enviados para a holding e seus contratos terminam nos próximos cinco anos: Via Oeste, Rodonorte e Nova Dutra. (Valor, 10/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Prazo menor para assinatura de contratos coloca em risco a faixa 1 do "Minha Casa" - Portaria editada pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, reduziu para 30 dias o prazo para assinatura de contratos com construtoras selecionadas, o que poderá, segundo fontes ouvidas pelo Valor, colocar em risco a contratação de mais de 50 mil unidades de menor renda do programa Minha Casa Minha Vida neste ano. Antes esse prazo terminaria em meados de maio. (Valor, 10/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Índice de Construção Civil sobe 3,82% em 2017, segundo IBGE - A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,18% em dezembro, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumulou alta de 3,82% em 2017, abaixo da taxa 6,64% acumulada ao longo do ano anterior. O custo nacional da construção por metro quadrado foi de R$ 1.066,68 em dezembro, dos quais R$ 544,97 relativos aos materiais e R$ 521,71, à mão de obra. Em novembro, esse custo totalizava R$ 1.064,76. Em 2017, os materiais tiveram variação de 2,61%, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 5,17%. Em 2016, a parcela dos materiais fechou em 2,92% e a mão de obra, em 10,89%. (UOL, 11/01/18)

INCC-DI registra queda em dezembro, aponta FGV - O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), o terceiro componente do IGP-DI da Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou em dezembro de 2017, taxa de variação de 0,07%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,31%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,11%. No mês anterior, este índice variou 0,63%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou a mesma variação do mês anterior, 0,05%. (Investimentos&Notícias, 11/01/18)
 
Índice que reajusta aluguel tem inflação de 0,75% na prévia de janeiro - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou taxa de inflação de 0,75% na primeira prévia de janeiro deste ano. A taxa é ligeiramente mais alta do que a anotada na primeira prévia de dezembro (0,73%), segundo dados divulgados hoje (11), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em 12 meses, o IGP-M acumula deflação (queda de preços) de 0,41%. A alta da taxa foi influenciada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 0,96% em dezembro para 1,03% em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, manteve a mesma taxa de inflação nos dois períodos: 0,30%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,30% na prévia de dezembro para 0,14% na prévia de janeiro. A primeira prévia de janeiro do IGP-M foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 e 31 de dezembro de 2017. (O Fluminense, 11/01/18)

PPPs: obrigações só de um lado? - As Parcerias Público-Privadas (PPPs) constituem mais uma forma de realização de políticas públicas para a consecução e tutela da dignidade da pessoa humana, de direitos fundamentais e sociais, garantidos pela Constituição da República, como saúde, educação, segurança, moradia, saneamento, trabalho, lazer, dentre outros. Em tempos de crise e diante  da dificuldade do Estado em garantir à população os seus direitos mais fundamentais, o instrumento das PPPs deveria ser defendido com afinco. (Valor, 10/01/18). Leia mais no Valor Econômico

CCR desiste da disputa e se credencia para leilão de metrô - Após não entrar na disputa pelo Trecho Norte do Rodoanel, surpreendendo mercado, autoridades e concorrentes, aumentaram as apostas de que a CCR estará no leilão das linhas 5-Lilás e 17-Ouro do Metrô de São Paulo. A concorrência para concessão da operação das linhas será dia 19, na B3. (Valor, 11/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Ecorodovias paga 91% de ágio para entrar no Rodoanel - A Ecorodovias quebrou um jejum de quase três anos sem ganhar leilões ao arrematar ontem o Trecho Norte do Rodoanel, que inaugurou a temporada de concessões de infraestrutura de 2018. A empresa levou o ativo com um lance de R$ 883 milhões, ágio de 90,97%, bem acima da oferta de sua única concorrente. A Autostrade, da italiana Atlantia, ofertou R$ 517, 8 milhões, prêmio de 12% sobre a outorga mínima fixa. (Valor, 11/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Tenda indica Renan Barbosa Sanches como diretor financeiro - A construtora de imóveis econômicos Tenda indicou o executivo Renan Barbosa Sanches para ser diretor financeiro da companhia, no lugar de Rodrigo Osmo, que acumula a função com a presidência-executiva da companhia desde setembro do ano passado. Sanches ingressou na Tenda em 2010 e em julho foi promovido para diretor de controladoria. "Tivemos uma grande procura de candidatos para a nossa vaga de CFO (diretor financeiro). Porém, o Renan virou a régua contra a qual os candidatos eram avaliados... A Tenda precisa de um CFO focado na geração de valor de longo prazo, com pulso firme para comprar as boas brigas", afirmou Osmo em comunicado da construtora ao mercado. (Reuters, 10/01/18)